Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


PORTUGAL NO SÉC XVII

Quinta-feira, 26.06.14

Os acontecimentos da História de Portugal neste século são profundamente marcantes na construção da nossa identidade como na nação e acentuam as nossas diferenças com os outros povos da Europa e resto do mundo.

Servem também para aferir e perceber as razões que podem justificar alguma da nossa inconsequência e a falta de combatividade na persecução nos nossos objectivos.

Fundamentos que ainda hoje apontam para o mito do sebastianismo e fazem com que persista, a crença no Quinto Império. Fantasia alimentada por alguns dos mais inconformados, com a nossa actual desdita.

Será a crença neste sonho, a razão da nossa desdita?

                       

 

 Após a época dourada dos descobrimentos e consequente expansão territorial pelas quatro partidas do mundo, começa a constatar-se o nosso declínio progressivo.

O afunilamento das perspectivas oníricas que detínhamos na nossa afirmação como grande potência europeia não se concretizou. Foi o princípio da decadência dos nossos sonhos imperiais.

Na Europa do século XVII, vivia-se num período apelidado de Antigo Regime. Trata-se, como todos sabemos, de uma forma de governação com características absolutistas, em que o poder era concentrado nas mãos do rei.

o “feudalismo” na mais pura essência, devido à morfologia e ao modo de ocupação da nossa área territorial, afectou-nos de forma transversal.

O mesmo não aconteceu com o Absolutismo e denominado Antigo Regime, uma vez que neste século fomos fortemente marcados pela perda da nossa soberania e a vivência sob o domínio e desígnios de duas dinastias distintas.

 

 

   * A Filipina ou de Habsburgo. De 1580 a 1640.*

    -Filipe I de Portugal

    -Filipe II de Portugal

    -Filipe III de Portugal

                   

                                            

* A Bragantina ou de Bragança. A partir de 1640 e até a instauração da República.*

  -D. João IV de 1640-1656

 -D. Afonso VI de 1656-1675

 -D. Pedro II de 1675 a 1706 (já na alvorada do séc. XVIII).

 

*A crise sucessória de 1580, aberta com o desaparecimento de D. Sebastião fez com que Filipe de Habsburgo, Rei de Espanha e neto de D. Manuel I, por via materna, se consiga legitimar como rei de Portugal.

*A revolução de 1640 contra o jugo dos espanhóis restaura a nossa soberania e proclama D. João IV como rei de Portugal.

Depois do enquadramento na cronologia do país e na Idade Histórica que a Europa atravessava, vamos tentar caracterizar os factos ocorridos entre nós e traçar o retracto da época.

Nos últimos anos do domínio castelhano observou-se um período bastante agitado em que ocorreram muitas convulsões:

Uma abrupta redução nas tenças, (pensões atribuídas pela renumeração de serviços) e nos vencimentos; aumento brutal na carga tributária condicionaram fortemente a vida do reino porque provocaram sérias dificuldades económicas.

Daí generalizou-se um enorme descontentamento social em todos os extractos, nobreza incluída, pois que cada classe à sua maneira foi afectada por estas novas medidas.

Mas a ideia e o sonho de que a Restauração e a retoma da nossa soberania iria por fim à profunda depressão em que o país vivia foi uma quimera.

A recuperação da nossa soberania não nos devolveu a tão almejada independência como reino soberano.

Após a reposição do governo na mão dos portugueses todos os impostos a favor de Espanha foram abolidos.

Mas a crise financeira e consequente dificuldade de resolução nos problemas de tesouraria obrigaram o reino a reintegrar esses mesmos impostos:

-cobrança de uma taxa na deslocação de uns concelhos para outros, hoje as nossas portagens.

-papel selado

-imposto sobre o sal.

 

Outros factores contribuíram também para o agravamento das nossas dificuldades financeiras e dependência económica.

-as guerras peninsulares no intuito de preservar a independência e os conflitos disseminados nas nossas possessões por todo o Império no afã de o conservar.  

-o consequente endividamento para fazer face a estas despesas, o desequilíbrio financeiro entre a despesa e a receita, acentuaram o cansaço e abatimento da lusa gente. Esta situação persistiu até quase ao final do século.

-o fim da trégua com os Holandeses agravou as normais condições do tráfego dos nossos barcos, porque eram frequentemente pirateados e sujeitos a constantes saques.

-daí uma queda drástica nas receitas obtidas com o comércio externo que funcionava como tábua de salvação para a saúde da nossa economia.

-envolvimento em múltiplas pelejas nas várias possessões do Império e insuficiência de recursos humanos e materiais.

-cobranças internas insuficientes e com um significado quase nulo na economia portuguesa.

-a diminuição nas rendas do comércio externo configurou um desequilíbrio orçamental, provocou a contratação de novos empréstimos e consequente aumento no montante dos juros e da dívida.

-Madrid e após da restauração da soberania retira do País muitas das suas rendas.

-os magros proventos da coroa portuguesa eram dispersos de forma inconsistente e sem qualquer objectivo consequente.

 

Os planos desenhados para superar a crise e equilibrar o orçamento nunca lograram alcançar este objectivo de salvação nacional.

Assim sendo, certas medidas ainda vieram a revelar se bem mais prejudiciais e a título de exemplo identificamos algumas:

-obrigação da compra de padrões de juros à taxa imposta pela coroa

-redução e suspensão de quarteis, tenças e juros.

-cobrança de juros a pessoas privilegiadas, anteriormente isentas.

-obrigação da Igreja de pagar tributos e por imposição Real, conceder subsídios e fazer concessões através do seu próprio património.

-os incumpridores podiam perder o direito aos próprios bens.

Outros factores que também contribuiu para agravar o nosso défice prendeu-se com o nosso envolvimento em várias frentes de guerra, na vã tentativa de manter o domínio das possessões e praças do Império.

Estas campanhas em várias frentes sobrecarregaram excessivamente as despesas da Coroa Portuguesa. 

O fim da trégua com os Holandeses e os sucessivos saques a que estavam sujeitas as nossas naus, agravaram e prejudicaram fortemente as navegações comerciais nas nossas rotas marítimas e contribuíram também para o desequilíbrio orçamental.  

 

Condição que vem afectar negativamente as receitas obtidas através do comércio externo. Receitas estas que, supostamente, seriam a tábua de salvação para o nosso desejado equilíbrio financeiro.

As receitas internas eram incipientes e com resultados quase nulos na nossa balança económica.

A mudança numa nova política de administração financeira e tão sonhada recuperação económica, não melhora com a Restauração.

As despesas duplicam, o consequente recurso a novos empréstimos implicam novas subidas de juros. A juntar aos anteriormente contraídos.

A importação de cerais que já se reportava a épocas mais remotas faz com que se deixe de investir na agricultura como factor de desenvolvimento e produção.

Cereais importados tinham custos mais baratos e daí o consoante desinteresse pela cultura de trigo.

Existia uma relação precária do agricultor com a terra. Não existiam condições técnicas para a circulação de produtos.

Não havia investimento que pudesse possibilitar uma inversão neste quadro a juntar a um profundo desinteresse na melhoria e inovação em meios de produção mais profícuos.

A pouca indústria existente funcionava ao sabor da crise e dos mercados financeiros.

A partir de 1675 verifica-se um grande surto manufactureiro numa tentativa de contrariar a crise em que o País mergulhara com o aumento desmesurado das importações.

Nos vários tratados comerciais que assinámos com a França, Inglaterra e Alemanha a balança nunca pendeu a nosso favor.

A Portugal torna-se impossível cumprir o pagamento dos bens que importava. Tomam-se algumas medidas para contrariar este estado de coisas e ultrapassar esta precária situação, tais como:

 -incremento industrial,

 -criação e subsídios a novas manufacturas,

 -privilégios fiscais,

-contratação de técnicos estrangeiros.

Estas novas apostas foram canalizadas para a confecção de determinados artigos:

-lanifícios,

-sedas,

-chapéus

-artigos de ferro e vidro.

Paralelamente e no intuito de proteger a «prata da casa» foram criadas várias medidas que puniam o «luxo e os seus excessos».

Este surto começou a decrescer a partir de 1690 com a vinda das remessas de ouro do Brasil.

Assim, com a chegada das grandes toneladas do precioso metal dourado, em fim de século e de ciclo, a conjuntura de Portugal começa a inverter-se.

Esta circunstância possibilita um novo arranque à sempre frágil economia portuguesa.

A febre do ouro contagiou o País e passaram para plano secundário todos os outros projectos numa incipiente industrialização, na agricultura com fins económicos e na exportação do que pudéssemos ter de melhor.

Refira-se a título de exemplo a adulteração que os nossos vinhos sofriam nos países receptores.

Portugal que a partir de 1415 mudara a forma como se começa a contar a História do Mundo e que ousou“desbravar os mares nunca dantes navegados”, com a volúpia do ouro, no final do século XVII, deita-se a «dormir á sombra da bananeira» e mergulha num estado de letargia assistida…

Uma condição que passou a fazer parte da nossa identidade e ficou marcada para sempre, nos nossos destinos? Foi só no fim do século XVII? Ou teremos ficado para sempre assim? Presos à roda do leme, mas sem sair do mesmo sítio e num País sem horizontes?

 

 

Que a “nau da NOSSA ESPERANÇA COLECTIVA”, consiga reacender a nossa chama. «A chama dum pequeno País, que ousou dar novos mundos ao Mundo!!!

 

Évora,04/06/2014.

Maria Paula Valentim.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por universidadeseniordeevora às 15:46

Chegou carta de Bruges [1426]....

Segunda-feira, 27.01.14

Depois de ler esta carta, conclui-se, feita a adaptação dos bens e equipamentos descritos ao presente, que, já lá vão quase 600 anos, estamos mais ou menos na mesma......

 

 

Carta enviada de Bruges, pelo Infante D. Pedro a D. Duarte, em 1426, Resumo feito por Robert Ricarde, constante do seu estudo «L´Infant D. Pedro de Portugal et «O Livro da Virtuosa Bemfeitoria», in Bulletin des Études Portugaises, do Institut Français au Portugal, Nova série, tomo XVII, 1953, pp. 10-11).

 

 

«O governo do Estado deve basear-se nas quatro virtudes cardeais e, sob esse ponto de vista, a situação de Portugal não é satisfatória.

A força reside em parte na população; é pois preciso evitar o despovoamento, diminuindo os tributos que pesam sobre o povo. Impõem-se medidas que travem a diminuição do número de cavalos e de armas.

É preciso assegurar um salário fixo e decente aos coudéis, a fim de se evitarem os abusos que eles cometem para assegurar a sua subsistência.

É necessário igualmente diminuir o número de dias de trabalho gratuito, que o povo tem de assegurar, e agir de tal forma que o reino se abasteça suficientemente de víveres e de armas; uma viagem de inspecção, atenta a estes aspectos, deveria na realidade fazer-se de dois em dois anos.

A justiça só parece reinar em Portugal no coração do Rei [D. João I] e de D. Duarte; e dá ideia de que de lá não sai, porque se assim não fosse aqueles que têm por encargo administrá-la comportar-se-iam mais honestamente.

A justiça deve dar a cada qual aquilo que lhe é devido, e dar-lho sem delonga. É principalmente deste último ponto de vista que as coisas deixam a desejar: o grande mal está na lentidão da justiça.

Quanto à temperança, devemos confiar sobretudo na acção do clero, mas ele [o Infante D. Pedro] tem a impressão de que a situação em Portugal é melhor do que a dos países estrangeiros que visitou.

Enfim, um dos erros que lesam a prudência é o número exagerado das pessoas que fazem parte da casa do Rei e da dos príncipes, de onde decorrem as despesas exageradas que recaem sobre o povo, sob a forma de impostos e de requisições de animais.

Acresce que toda a gente ambiciona viver na Corte, sem outra forma de ofício.»

 


NADA PARECE TER MUDADO MUITO...

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por universidadeseniordeevora às 19:09

O «ESTADO» dos «NOSSOS ESTADOS DE ALMA»

Quinta-feira, 14.11.13

 

«Estado», entre uma infinidade de definições, pode ser uma das condições do ser humano. Este contexto é determinado consoante a realidade social em que a pessoa está inserida.

«Estado» é também um modo de ser e de estar. Por essa razão falamos em «estados de alma» ou em «estados de espírito». Não altera o sentido, nem depende do contexto. É apenas uma questão de figura de estilo.

Só que às vezes é preciso ter um grande “estado de alma” para convivermos com certos “estados de espírito”…O “estado de espírito” dos medíocres. (Estou a falar dos que tem o atrevimento de sentir repulsa pelos que ousam garantir o FUTURO).

O “estado de choque” acontece quando somos sujeitos às barbaridades proferidas por essas pessoas em “estado bruto”. Mas que vá lá saber-se o porquê, dessas luminárias se presumirem sem “estado de graça”!!!

Quando o “estado das coisas” não está de feição há que encontrar um meio de reverter este facto. O arrastamento duma situação como esta pode conduzir ao “estado de sítio”. E o “estado de sítio” acontece quando os que são verdadeiramente dignos de repulsa deitam as patinhas de fora.

O “estado de sítio” não pode ocorrer num “ Estado de Direito”. Um “Estado de Direito” é um Estado Democrático. Se é um “Estado” Democrático é um Estado Independente. Cumpre ao “Estado Independente” ser um “Estado Providente”.

Cabe aos Estados que assim se regem e querem fazer História, zelar pelo bem-estar dos seus cidadãos. Garantir-lhes um acesso gratuito à saúde, à educação, à justiça, à segurança e outros apoios sociais. Assegurar-lhes a igualdade de direitos. Só assim podem ser exigidos deveres. Os cidadãos não são “bonecos de corda”.

Não há “estado de graça” que não fique em “estado de choque” com este “Estado da nossa Nação”.

 

 ---------------------------------------------------------------------------------

 

 

 

***( a "justiça" foi acrescentada por mérito da Maria de Portugal. Fez o favor de comentar o meu texto)

****(Democracia é um conjunto de princípios e práticas que protegem a liberdade humana; é a institucionalização da liberdade.

A democracia sujeita os governos ao Estado de Direito e assegura que todos os cidadãos recebam a mesma protecção legal e que os seus direitos sejam protegidos pelo sistema judiciário)- excerto do comentário do Fernando Figueiredo).

 

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por universidadeseniordeevora às 18:38

A HISTÓRIA-CIÊNCIA SOCIAL

Quinta-feira, 10.10.13

 

A palavra HISTÓRIA tem vários sentidos: Desde a narrativa imaginada, ao relato autêntico de umaocorrência,passando pelo mítico,pelo mistico e até pela lenda.

 

Podemas dizer que a HISTÓRIA,nasceu do desejo do Homem,em transmitir ao futuro, aquilo que no seu tempo considera digno de registo.

 

A primeira ideia  que o Homem ordena sobre o passado tem forma mítica (Homero ,etc...)

 

A partir de Heródoto, ( a quem chamamos o pai da HISTÓRIA) a HISTÓRIA , ganha substância, ao serem relatados factos realmente acontecidos (embora outros nem tanto!)

 

Para Stº Agostinho, a HISTÓRIA  tem uma concepção mística e pedagógica, pela qual a vida dos Homens é uma constante aprendizagem de salvação:-Com o acontecido a Humanidade pode facilitar o caminho de Deus.

 

A partir dos Séc. XIV e XV, começa a despontar uma concepção genética da HISTÓRIA, em que se começa a entender a evolução das sociedades, independentemente da moral dos indivíduos.

 

No Séc. XVI, Maquiavel desenvolve esta concepção genética da HISTÓRIA, vindo a alimentar muitas discussões essenciais à Cultura do século seguinte.

A HISTÓRIA estuda o individuo para a determinação do sentido da evolução.A HISTÓRIA deve explicar a formação e a vida das sociedades e dos seus elementos.

 

A HISTÓRIA  passa então a criar um problema, que é o da comunicação de resultados-deixa de ser apenas uma Ciência e passa a ser também uma Arte.

É uma Ciência na pesquisa e uma Arte na comunicação.Assim,não se deve separar a HISTÓRIA como Ciência da HISTÓRIA como Arte,já que em muitos aspectos são inseparáveis. 

 

A HISTÓRIA como Ciência, envolve hoje um considerável conjunto de regras, tanto para a procura de documentos, como para o estudo da sua autenticidade, autoria,datação, como ainda para o seu uso e interpretação.

 

Uma vez recolhido o documento,feita a sua análise critica interna e externa,importa saber arquivá-lo,para ser localizado logo que preciso.

Por outro lado o documento não é estudado e arquivado da mesma maneira para todos os casos.

 

Esta complexidade de técnicas, ligadas à metodologia da HISTÓRIA,fez nascer um grande númeo de disciplinas auxiliares,que se tornaram indispensáveis à consistência do estudo da HISTÓRIA,como sejamos casos da Paleografia, Arquelogia,Numismática,Epigrafia, Iconografia, Papirologia,Geneologia, eetc, etc.

 

A HISTÓRIA é pois actualmente, uma verdadeira Ciência viva, em que as questões que hoje se levantam, podem ser bem diferentes das que se vão colocar amanhã.

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por universidadeseniordeevora às 16:14

O INICIO DE UM NOVO PERCURSO NA USE

Segunda-feira, 30.09.13

 Historial

A Universidade Sénior de Évora, associação privada sem fins lucrativos, criada em 2005, é uma Instituição que dedica todas as suas actividades a um público com mais de 50 anos. Este limiar é para nós bastante significativo, sendo a nossa resposta social demarcada das existentes. Dedicamo-nos a todos que pretendam ter uma velhice mais activa, mais saudável e que, de alguma forma querem ocupar o seu tempo livre de forma útil, entre lazer, educação, formação e convívio.

Além da ocupação do tempo livre que dispõem os seniores, o que de facto nos leva a realizar este trabalho é a possibilidade de potenciar a experiência e todas as mais-valias que os seniores podem dar à sociedade dos nossos dias. Tem sido nosso objectivo afastar conotações negativas que surgem muitas vezes associadas aos mais velhos, pelo que na Universidade Sénior de Évora trabalhamos em intergeracionalidade, ou seja, os mais novos organizam, potenciam e colaboram para que os mais velhos sejam beneficiados e vice versa.

As nossas actividades são aulas que funcionam em regime não formal, em horários fixos semanais, dinamizadas exclusivamente por voluntários e nesta fase temos a decorrer cerca de 30 disciplinas diferentes que estão ao dispor dos nossos 370 alunos seniores. Além das actividades regulares, dinamizamos visitas de estudo, workshops temáticos, conferencias, temos um grupo musical sénior e um grupo de teatro sénior que fazem apresentações diversas ao longo do ano lectivo.

Além das actividades já mencionadas a USE tem dinamizado alguns projectos relevantes, não só para seniores, mas para a comunidade em geral, tais como Cursos de Educação e Formação de Adultos, um de 9.º ano, outro de 12.º ano, que qualificaram 28 formandos respectivamente com novas qualificações; Promovemos, dinamizamos e coordenamos alguns projectos europeus de aprendizagem ao longo da vida no âmbito do programa GRUNDTVIG.

A USE é uma estrutura coesa que mantém relações de proximidade e parceria com outras entidades da região de Évora, tais como Juntas de Freguesia diversas, Município de Évora, Associação Maio, associação de Jovens LiberMente; associação juvenil 4.ª dimensão; Associação Académica da Universidade de Évora, Sociedade Recreativa e Dramática Eborense, Clube de Vólei de Évora e Associação de Reformados e Idosos.

 

 

O grupo de alunos da disciplina de História e Ciências Sociais, desta Universidade, pensaram assim acrecentar algo mais a este projeto de grande importância e como tal, propuseram à direção da USE, através da criação de um blog, a divulgação do trabalho da mesma.

Este trabalho pretende-se do âmbito da História e da envolvente social que a mesma disciplina transporta, assim sendo,todos os temas de alguma forma poderão ser aqui tratados,transversalmente a todas as disciplinas,com todos os intervenientes da USE e de todos aqueles que, do exterior, queiram ser participantes neste grande diálogo que aqui iniciamos.

O contributo de outras US será também de grande importância para o enriquecimento do nosso trabalho,pelo que esperamos de todos a colaboração,através dos seus comentários e propostgas de publicação.  

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por universidadeseniordeevora às 18:52





mais sobre mim

foto do autor


pesquisar

Pesquisar no Blog  

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

calendário

Junho 2014

D S T Q Q S S
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
2930